STJD absolve Duque de Caxias por escalação irregular


O time fluminense não perderá nove pontos por escalação irregular do atacante Rafinha.



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O Duque de Caxias foi absolvido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), na tarde desta quinta-feira. Os auditores foram à favor do clube carioca e entenderam que quem errou no caso foi a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que foi, inclusive, quem denunciou o clube.

A decisão foi unânime, mesmo porque, a CBF havia reconhecido o erro no seu banco de dados. Por causa disso, o contrato do Duque com o atacante Rafinha desapareceu do sistema, o que gerou toda a confusão e o processo que antes praticamente rebaixava os cariocas na Terceira Divisão Nacional.

Com isso, o Duque de Caxias segue com 12 pontos na classificação do Grupo B. O resultado dá esperanças ao time na luta contra o rebaixamento, uma vez que está há apenas três pontos do Crac, primeiro time fora do Z4 – zona de descenso. Pior para o Grêmio Barueri, que segue na lanterna da chave.

O Portal FI acompanha de perto os julgamentos desta quinta-feira, no STJD, com o enviado especial Wellington Campos. Ainda nesta tarde serão julgados os casos de Duque de Caxias e Betim no Campeonato Brasileiro da Série C.

Entenda o caso!
O Duque de Caxias foi julgado e absolvido, em primeira instância, pelo STJD, por quatro votos a favor e um contra no dia 16 de agosto da acusação de ter escalado o atacante Rafinha. O time corria o risco de perder nove pontos, na ocasião, caso fosse condenado.

O clube foi absolvido depois da defesa do clube conseguir comprovar, através de um documento, que houve um erro na CBF ao não liberar o nome do jogador no BID (Boletim Informativo Diário). A entidade máxima do futebol brasileiro admitiu a besteira e livrou o time carioca.

De acordo com a Procuradoria do STJD, o Duque de Caxias escalou o meia Rafinha, na terceira e quarta rodada da Série C de maneira irregular. Segundo a denúncia, o jogador tinha contrato válido até o dia 23 de abril e depois desta data não teve seu nome publicado no BID (Boletim Informativo Diário) para ter condições de jogo. O Duque, no entanto, apresentou uma cópia no contrato renovado com o jogador em 2010, com extensão de cinco anos, que consta no Bira (Boletim Informativo de Registro de Atletas) da Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj).
Fonte: Agência Futebol Interior


 

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